Em Memória de

Recordações de Lili

11 de julho de 1945 — Para sempre

"Aqueles que amamos não vão embora, eles caminham ao nosso lado todos os dias."

Em memória de

Lili

11 de julho de 1945 — Para sempre

“Aqueles que passam por nós não vão sós. Deixam um pouco de si e levam um pouco de nós.”

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Biografia

Uma história de força, alegria e amor pela família

Foto de Lili

Lili do Salão, tia da cantina e coração da família

11/07/1945 · Pancas, Espírito Santo

Lili nasceu em Pancas, no Espírito Santo. Ainda na infância conheceu João Vieira. Aos doze anos, depois da perda do pai e do desaparecimento da mãe, foi morar e trabalhar com uma família em Minas Gerais. Com ajuda e muita determinação, conquistou uma casa em Brasília, onde viveu com as irmãs Geni e Leni. Mais tarde reencontrou João, com quem se casou e construiu a vida em Vitória, onde tiveram três filhas. Trabalhou por muitos anos em seu salão de beleza e ficou conhecida como Lili do Salão. Depois, atuou em uma creche da Prefeitura de Vitória e acompanhou o crescimento de muitas crianças como a querida tia da cantina. Sua alegria era contagiante e ela estava sempre disposta a ajudar. Foi uma esposa, mãe, irmã, avó e amiga inesquecível. Seu legado de força e amor permanece vivo em todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. Local de sepultamento: Cemitério Municipal Boa Vista, Av. Adolfo Cassoli, 318, Maruípe, Vitória/ES — gaveta 217.

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D

Diana Vieira · filha

Minha mãe foi repentinamente, uma dor que eu ainda não havia presenciado. Acredito que o tempo não ameniza, apenas nos acostumamos com ela. Sua história foi difícil e ela superou todos os obstáculos que a vida colocou em seu caminho. Por isso, é o meu maior exemplo de superação.

A

Alair Vieira · filha

Lembro-me como se fosse hoje do último dia em que vi minha mãe com vida. Ela estava feliz e falante, e não sabíamos que seria nossa despedida. Quando me deparo com os tropeços da vida, é nela que me espelho: mulher guerreira e versátil. Obrigada, mãezinha, por nos ensinar que somos fortes e capazes de criar nossa própria história. Te amo eternamente.

J

João Filipe · neto

Sinto sua falta. Lembro dos momentos em que você me ajudava a comer tudo o que tinha no prato porque o vovô não gostava que deixassem comida. A senhora era muito engraçada e sempre me ajudava em tudo que podia. Te amo!

V

Vítor Vieira Salvador · neto

Minha vovózinha, restaram tão poucas lembranças, mas uma coisa eu lembro: a senhora adorava pescar, fizesse sol ou chuva. Eu também gostava e queria poder ter pescado uma última vez com a senhora. Te amo, vó Lili, e vou levá-la sempre no meu coração.

A

Aline Vieira · filha

Falar da minha mãe é falar de uma pessoa muito especial e inteligente, mesmo sem muitos estudos. Admiro tanto sua trajetória de vida. Só tenho gratidão a Deus por ter me permitido ser sua filha. Eu te amo eternamente.

M

Marilza de Oliveira Gonçalves · amiga

Ela foi uma mãe para mim e me ensinou a profissão de manicure. Todos os dias eu ia ao salão aprender a fazer unhas e depois ela fazia as minhas. Foi maravilhoso participar da vida de vocês. Um beijo para toda a família.

N

Neusa Nunes · amiga e vizinha

Tempo bom que passamos juntos. Lembro dos biscoitos fritos que seu João e Lili faziam para tomarmos café na frente da casa deles. Era maravilhoso; eles estavam sempre alegres. Nem dá para acreditar.

L

Luciene América de Sá · sobrinha

Meus tios maravilhosos! Só nos deixaram saudade, alegrias, risadas e muito amor no coração. Te amo, tia Lili e tio João! Gratidão infinita por fazerem parte da nossa família. Amo vocês hoje e sempre!

B

Bruna Sena Mendes · amiga

Dona Lili me ensinou tanto sobre artesanato e costura, e carrego isso comigo até hoje. Sempre estava disposta a ajudar com meus trabalhos escolares. Ficava horas sentada no terraço olhando-a costurar. Quantas lembranças boas. Ela fez minha infância muito feliz.

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